21 de mai de 2009

TWP Canal 15



Nosso canal no YouTube =B Por que canal 15? Somente porque ficou entre os 15 mais vistos no domingo(17)! [me achando u.u]

Tá meio tosca a postagem pois ainda não tenho as manhas de centralizar a imagem.

Mas dá pra acompanhar direitinho ;)

Aparece por lá!

19 de mai de 2009

Orgulho de ser TWP

[post autopromoção]
No início, tinha pouca fé nesse negócio de blog de webjornalismo. Pra mim era mais um daqueles trabalhos chatos, que a gente faz porque é o jeito, pra não reprovar. Mas no final de semana, me vieram certas inspirações - tá, eu confesso, o Intercom me inspirou muito (e eu que pensava que era só mais um evento chato, que a gente participa por que é o jeito, pra ganhar certificado com as 40 horas) - e então me veio a idéia de mudar o layout do blog, adicionar novas ferramentas e por aí vai.

Meu problema inicial era: como? Eu não sabia p* nenhuma de html e essas coisas cheias de que só os nerds entendem. Eis que virei momentaneamente nerd e entendi!

Agora, tenho o TWP como um verdadeiro vício, o qual me orgulho muito, principalmente porque é um dos primeiros esforços em equipe que deram certo.

E leiam só:

Acessei e gostei do blog Teresina Web Press desenvolvido pelas alunas Amanda Sandes, Joyce Viana, Renée Moura e Virgínia Santos do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O blog é um trabalho experimental desenvolvido para a disciplina de Webjornalismo. Confira. (http://teresinawebpress.blogspot.com/)


Postado no blog de George Lima, no Portal O Dia. Não poderia me deixar mais feliz. Nada melhor que sentir que seus esforços valeram não só a pena, mas a galinha toda!

E vejam outra: (cliquem na imagem pra ampliar)

Primeiro resultado obtido na pesquisa por "webjornalismo ufpi". E isso porque não testei outras tags.

Parabéns para todas nós do TWP!

[/post autopromoção]

17 de mai de 2009

Uma música perfeita

Muitos pensam que, por causa de minha nova carcaça em forma de "flor-de-menina", me distanciei das minhas paixões. Muito pelo contrário. Apenas tento sobreviver numa sociedade que, infelizmente, preza por determinados padrões comportamentais e estéticos. Não pretendo ficar por aqui pra sempre, então...

Mas a minha intenção agora é de compartilhar contigo uma música que está em tudo: meu despertador, meu toque de celular, minha inspiração para escrever o que quer que seja. Eu falo de Havenless, da banda norueguesa Enslaved. A música pertence ao álbum intitulado "Below the Lights", que profanou o mundo em meados de 2003.

Só para informar rapidamente, a banda surge no cenário em 1991, fruto dos pensamentos malévolos de Ivar Bjørnson. Se não me engano, um pouco antes - ou um pouco depois - aconteceram aqueles ataques por toda Noruega, tais como incineração de igrejas e de todo vestígio da fé cristã.



Foto: Asle Birkeland


Eu escutei Havenless enquanto assistia a um p* documentário, totalmente das trevas! Em Metal: A Headbanger´s Journey um metaleiro antropólogo decide estudar um pouco sobre a cultura do metal, e destrincha desde as primeiras bandas (na pesquisa dele, chegou-se a conclusão que foi Black Sabbath) até o cenário atual. (Pelos deuses! Ele estava no Wacken Open Air!!! Um dia chega minha vez!). Esse documentário rende assuntos para um futuro post. |,,|

Então, black to Havenless, eis aqui um verdadeiro hino do black metal norueguês:



T R A N S C E D A !

Say something when you have a chance



I simply loved that video, even though it´s a little weird.

16 de mai de 2009

Epítome

Seria bom viver
Cada exagero recém-liberto
Que horas vivo em horas que me consomem


Seria bom dizer
O que é certo
Porém o que me há de correto
Tomo-te como incerto
E assim segue, então

Seria alguém menor
Tais quais as vertigens mundanas
Apenas um, quem sabe uma
Uma tarde destas
Seria bom

Séria, a colher flores
Eu que gosto de flores
Mas as rosas não gostam de mim

Eu, somente colho dores
Nem mesmo sei se as são a mim
Tais cores, e dores e flores...

Queria desmistificar
O sentido ilógico do que sinto
Eu sinto...
Não sabia e não mais sei
Apenas minto

E sou algo atravessado
Num baile, em máscaras
Fantasiado de não
Ou não me fantasio de mim

Ego, ego, ego
Nego-te qualquer ligação
Tedioso e cético
O teu tédio

Pois ego tem quem existe
E eu não estou aqui
Nem tampouco escrevi isto

Aqui falam os hormônios
E conseqüências naturais do meio
Aqui falam intrigas
E linhas negras materialistas

Sinto que não devia dizer
O paradoxo que te felicita
Sinto que não digo
Pois não sei disto
Nem digo "mesmo" a mim

Inutilmente escrevo e escrevo e descrevo
Borro minha vida bóryca
E com ela engano minha fome de não saber

[Sábado, 09 dezembro de 2006]

Holocausto

Em meio ao terror do caos
Nada pode se sentir
Sem o alcance da demência
Refugiada nos olhos
De uma criança moribunda


O que faz do mundo
Uma navalha impiedosa?
O que fazem as pessoas
Vitimas de sua ignorância?
Como abutres feridos
Eles clamam pelo inferno...
Mas o inferno não existe


O inferno é a mente suja
De tudo de podre
Desse mundo doentio
Aos que bebem
Do sangue dos inocentes


Aos que morrem
Por esse mundo profano
Aos que disputam
O trono do nada


Aos que nada são
Em meio ao próprio caos


[Terça, 06 junho de 2006]

15 de mai de 2009

Heresia

Assistir sua vã existência
À morte da essêcia
Vital no passado

Queimando
Pelo fogo do ódio ancestral
Por uma vida
Por olhos terrenos

Aquele que vier à luz
Aceitará a escuridão

Guerra do sangue
Diante do fim dos tempos
Ao aroma da impureza
Liberte-se da maldição
Da esfinge do Falso Supremo
Ao seu universo mitico pagão

Leve-o de volta pro caos
Do Impuro
Suje-o, limpe-o e mate-o
Sucumbirá às garras da vingança
Ímpio suplício à Fraqueza
Diante da Coragem
Imaculada da real Criatura Suprema

[Terça, 06 junho de 2006]

Herma

Eu vi um anjo ao chão

Chorando as lamentações de seu passado

Vi seu coração em ruínas

Senti a mesma dor em pedaços


Vejo a melancolia em seu olhar

Soprando por uma brisa agonizante

Congelando o peito destruído

Herege como um indigno

De sua própria aflição


Caído e envolto por trevas

Temendo o triunfo das incertezas

Magoaram seu puro olhar


[Terça, 06 junho de 2006]

14 de mai de 2009

A Mão da Morte ao Reconhecer os seus Iguais

A verdade em si é uma semente germinadora de traições. Ninguém, ou pelo menos pouquíssimos seres suportam a verdade. Eu sou um desses seres "insuportantes"...Veja, enquanto estou aqui lamentando por meus "leves" infortúnios, vagam por este mundo infame milhares de almas desprovidas de qualquer conforto. Isto eu sei, porém não aceito.

Condeno nossa conduta pútrida, nós burgueses nos escondendo em nossos castelos escandinavos,encenando uma vida insatisfeita para uma corte de maculados inergúmenos que nos cercam e assim progredindo no caminho do total regresso. Aprendemos a subestimar nossas próprias virtudes e dos nossos princípios tecemos uma teia cinzenta. Esculpimos um mundo conforme nós somos, não para admirá-lo, mas para dominá-lo e por fim sentirmos a personificação do poder e o corpóreo entorpecimento que o mesmo nos traz.

Eu sou alguém cercada de honras e traições, mas o que mais me degrada é exatamente essa podridão sentimental que criamos para com nossos semelhantes. Não defendo em hipótese alguma qualquer tipo de massificação. Mas o flagelo das nações é algo que vai muito além da compreenção e dos desvarios infantis de qualquer um aqui, que está confortavelmente acomodado em frente a uma máquina desenvolvida para pensar por nós.

Não passamos fome nem frio, não presenciamos a morte brutal de nossos consanguíneos e muito menos precisamos tolerar a injustiça. Aprendi e sofri com a força de uma acusação, de alguém que fala sem pensar o mínimo necessario antes. Mas foi essa força que se auto-aniquilou, diante de sua inferioridade perante a vida como um todo.

Devemos resgatar os enfermos de nosso sistema e dar-lhes água e comida, amor e ideais a serem seguidos, contestados, difundidos ou deteriorados. Por um mundo menos humano - a desumanidade é uma dádiva da razão - e menos terreno é que invoco a mão da morte aos ideais corrompidos!

[Sábado, 08 julho de 2006]

Uma Segunda Concepção

Uma continuação do post "Crie seus próprios conceitos".


A vida é muito "merda", de fato, no pior sentido de "merda" existente. É estranho decair de tal modo em relação ao vernáculo que costumo utilizar. Algumas circunstâncias pedem determidas palavras tão sujas quanto elas.

Diretamente falando,por que nunca somos feilzes? O que na verdade a felicidade? Sim pois sempre que me sinto invadida por algo semelhante a tal sentimento acontece algo me me põe de encontro às minhas lamúrias iniciais.

Posso não representar nada para ninguém. Até mesmo aqui,quem se importa comigo?Quem acredita no que falo? E o que mais me icomoda : quem me aceita como eu sou? É evidente que não há necessidade de alguém tentar me responder...Não se incomode, por favor. Apenas preciso vomitar palavras em vão para aliviar minhas náuseas sentimentais.

Nunca encontrarei ninguém pronto o suficiente a ponto de aguentar ouvir, sem demais receios, a verdade. A cada dia que passa tenho mais e mais provas de que nada vos tenho a dizer, meus amigos. Nunca gostei de machucar ninguém. Sou uma pessoa extremante infeliz por destruir da pior forma: com palvavras.

Não consigo falar sem que haja por trás de meus dizeres serpentes impiedosas, que fogem ao meu controle. Apenas não entendo a razão pela qual eu minha martirização agrada a muitos.

Talvez porque tive uma infância frustrante, não por ser odiada, mas por ser excluída até mesmo nos pequenos detalhes. Ser defeituosa fisicamente não é um bom sinal neste mundo, talvez nem pra mim. Vi durante toda uma vida o olhar de desprezo de muita gente...Se tive dificuldades ao nascer, este deveria sem um bom motivo para não forçarem minha chegada.

Contudo, nem mesmo a aliança entre uma infância solitária e desprezível é capaz de me deixar mais triste do que os acontecimentos recentes. Eu tinha alguns amigos. Uma experiência marcante, boa, confortável. Mas, como sempre, dei um jeito de afastá-los com minhas "ironias". Alguns ainda persistem em manter a amizade comigo, mas eu sigo sempre com medo de estragar tudo...Enquanto isso,como um gato preto no breu noturno eu caminho despercebida e sem rumo, levada pela certeza que todos nós temos em comum.

A mensagem que quero passar hoje é que não devemos nunca confiar em ninguém sem que antes provem sua confiança em nós. Caso isso ocorra,não seja rude com essas pessoas. E que se você estiver muito feliz, prepare-se para algo muito ruim, pois a vida adora nos ofertar suas rosas para que nós possamos nos ferir em seus espinhos.

[Domingo, 18 junho de 2006]

Estigmas

"Sou um fruto de toda discórdia,
de toda falta, de todo vazio...
Sou semente de agonia, de desprezo,
de ingratidão...
Sou solo fértil de incompreensão"

[Domingo, 13 maio de 2007]

INTERCOM NORDESTE 2009

Enfim, novo Layout!

Já faz algum tempo eu queria mudar o layout deste Blog. Pra ser completamente honesta, eu negligenciei o Blog por vários meses. Ele ficou aqui. Não às traças, mas à alguma coisa equivalente a tal termo que não ofenda meus provaveis leitores.

Sou completamente leiga nessa questão de html e essas coisas todas relativas à códigos de programação. Pedi a um amigo que me ajudasse, mas a ajuda demorou demais e decidi agir por conta própria. Se a ajudar vier um dia - quem sabe daqui a alguns meses -, talvez eu mude de layout novamente. Mas é uma hipótese muito remota.

Não fui eu exatamente quem criou este layout. Não era exatamente o que eu queria, mas me identifiquei muitíssimo com essa nova cara do Blog. A encontrei neste outro blog que contém outros templates belíssimos.

A primeira vez que tentei abrir esse arquivo que baixei, ele saiu no browser do Internet Explorer, mas deu erro. Precisei baixar este editor de xml pra poder ter acesso ao código. Devem haver meios mais simples, claro. Mas como eu disse, sou demasiadamente leiga nesses aspectos da programação de páginas pra web.

Então, quem tiver afim de mudar a cara do blog, sem incomodar seus amigos entendedores do assunto, taí uma boa dica.

O veneno, o vinho e o narcótico

O Veneno
O vinho sabe por no mais sujo túrgido
um luxo miraculoso
e faz surgir mais de um pórtico fabuloso
do ouro de seu vapor purpúreo
como um sol a morrer por um céu nebuloso

O ópio aumenta o que não tem mais contornos
alonga a imensidade
sabe o tempo sondar a voluptuosidade

E tudo isto não vale o veneno que emana
teu olhar, teu verde olhar,
um lago em que a alma vejo ao avesso vibrar...

Meus sonhos vêm em caravana
que a sua sede sacia e neste amargo mar
tudo isso não vale o prodigioso raio
de uma saliva que assim corta,
que leva minh'alma ao olvido num transporte
e carregando o desmaio
leve-a desfalecida até as margens da morte!
Charles Baudelaire - As Flores do Mal
Qual seria a alma que não se perderia na turgidez de um mergulho profundo desses? Nem os padres, nem os puritanos, sacerdotes e vadias, prostitutos e rainhas, nem mesmo eu estaria livre de tamanha tentação. Mais um disparate terrível em nós : a nossa vida se faz sob aquilo que a destrói. Gostaríamos de morrer desse jeito, ditosos, despreocupados, narcotizados como alguém que nunca vimos mas admiramos, no abismo das seqüelas absortas. Viver a vida, meus caros, e não somente passar por ela.

Porém muitas vezes somos atalhados pelo medo da sociedade hipócrita, por receio de seus comentários vis. Ora, que se dane a maldita classe! A elite que nos critica é a mesma que financia orgias e é a mesma que masturba a si e ao mundo, alastrando essas doenças venéreas que emanam de suas entranhas gangrenosas : suas mentes.

Eu, particularmente, cansei de falecer pelos interesses alheios. Passo, a partir de agora, a viver pelos meus próprios desvarios, como se estes fossem os últimos de minha diminuta vivência. Estou vivendo meus próprios afogamentos, em meus próprios mares esmeraldos. E vós socialutos, que devorem a si mesmos com suas repulsões. Pouco me importam seus pesadelos de cristãos oprimidos. Devorem-se, e façam disto suas ideologias.

Dêem uma bela tragada em suas entranhas verminosas, engulam “tudo o quanto há de repulsivo em vossas tigelas de madeira” – diria o encanecido Nietzsche. Mas só não devorem minhas palavras, pois seria um fenecimento muito triste e insuportável, até mesmo para mim. Desejo que suas excretas continuem as mesmas, apesar de tudo. E de suas músicas guerrilheiras façam a dança de suas conduções ao nada; de seus sonhos façam, ou melhor, perpetuem este inferno que tão “bem” nos acolhe; “aménizem” nossas dores proletárias e de nossas vocações façam suas toalhas de mesa.

O vosso cancro já está aberto e eu não deixarei que vós o cicatrizeis. Sofram , muito confortavelmente em vossos leitos, peles e plumas de pavão e do que quer que seja de mais dispendioso existente neste mundo. Contudo não durmam e não se espantem ao verem meu espectro em vossos sonhos.

À um indigente que vi recentemente a comer o lixo de uma calçada.
[Domingo, 10 setembro, 2006]

Um pouco de passado

Os próximos posts serão alguns textos que consegui resgatar de meu primeiro blog. Muita coisa mudou desde aquele tempo até hoje, mas outras coisas permanecem válidas. Então, não se espante ao se deparar com um Renée diferente (demais).

O tempo vai, mas não volta. O passado é - e sempre será - um lugar estranho...

___________

In the next post I´ll show you a few texts I´ve found out today, some from my very first webblog. I can say that a lot has changed since that time, but something still worth to apply me nowadays. So, I hope you don´t get freak if you see me as a different person when reading those old lines.

Time goes, but never comes back. Past will always be a strange place...

7 de mai de 2009

Aos que se fazem com a desgraça alheia

Para quem esqueceu, as eleições presidenciais e das prefeituras vem aí. E tem um pessoal que achou ma-ra-vi-lho-sa essa enchente em Teresina. Preciso dizer quem são? Estão todos muuuuuuuuuito bonzinhos, solidários, ajudando, "nadando" pelas ruas, tudo muito bonitinho.

Nas secretarias municipais e estaduais, funcionários fantasmas reviveram - olhe só que incrível - e estavam todos muuuuuuuuuito solidários aos enfermos da fúria da natureza.

A imprensa falada, escrita, berrada, copiada...enfim, a massa estava lá, documentando, informando - como eles gostam de dizer.

Revolta-me esta pseudo-solidariedade toda, é simplesmente nojento. Mais ainda, é revoltante a briga pelo poder, transmitida em todo território piauiense, assim, como quem espetaculariza feliz a própria decadência.

É papel da imprensa denunciar e lembrar ao povo de que essa hipocrisia toda já era. Mas a imprensa aqui, neste fim de Brasil, é o próprio alicerce da corrupção.

Se o segredo da felicidade é ter uma memória fraca e boa saúde, vos asseguro, Ó, meus amiguinhos, que sua humilde narradora está prestes a falecer.

Lembremos todos nós destes fantasmas que só apareceram agora, para se promoverem com a desgraça alheia, e NÃO VOTEMOS neles! E mais: contestem o que é dito pela imprensa local. Nem tudo é o que parece, ou melhor, o que aparece ao ser.

Teresina Web Press


Vamos inaugurar amanhã o blog de notícias do nosso grupo de Webjornalismo da UFPI. O blog vai funcionar no lugar do portal, que nunca ficou pronto e talvez nem fique. Serão sete dias de postagens que irão das 7:00h as 23:00h, uma vez por semana.

O nome do blog é Teresina Web Press (TWP) e já tem canal no You Yube e álbum de fotos no Picasa, pra complementar os recursos midiáticos usados pelo blog.

Então, você que estiver meio desocupado qualquer dia desses, passa lá e confere o que tem acontecido aqui na "terra do sol" (e agora da água).

6 de mai de 2009

5 de mai de 2009

Flood in Brazil causes damages

As many people may know - or not - we are living in a moment of complete caos here in Brazil. After the tragedies in south, now the northeast of our country is "under attack": the punisher is nature itself.

Rain made the main river or center-north increase its level in 15, all in less than 2 days. Now many cities are underwater.

Most people have no idea how serious it is. So they make jokes about it, once the "law" here is "carnival and soccer: laugh to your problems".

The government shows up time to time just to let us know they care about it. But how efficient this care is, we never new in the past 10 years of flood.

Yesterday, a reporter almost died after an little accident with the boat he was in. Just to tell you: it´s in the middle of a street! Hard to believe... we are now the little Atlantis of Brazil.

Slechtvalk

Um colega meu me apresentou esta banda ontem, em meio ao caos em que eu vivia, absorta numa realidade estúpida e tão desprezível quanto aquilo que havia me deixado mal. Fúrias à parte, curti muito o som dos caras e decidi escrever aqui uma biografia resumida dos caras, que suguei desse site aqui.


A história da banda começa em 1997, quando Shamgar escreve algumas músicas extremas para projetos variados. Ao postar as MP3 na internet, ele ganha diversos fãs. Finalmente Shamgar decide usar o nome Slechtvalk, que no holandês para o inglês significa “extreme birds” (perdão, mas em português ficaria triste). Naquele tempo Slechtvalk era um projeto solo e não realmente uma banda como é hoje.

Em 2000 Shamgar termina as composições para o álbum 'Falconry' e a gravadora Fear Dark lança o tal disco no final daquele ano. 'Falconry' foi muito bem recebido, tanto pela mídia quanto pelo público. Revistas conhecidas divulgaram então entrevistas, fazendo com que a veda do debut aumentasse no período. Em pouco tempo Slechtvalk passa a ser considerada uma das melhores bandas dark/black metal da Holanda. As músicas trazem influências de outras bandas consagradas, como Dimmu Borgir, Summoning and Dark Funeral. Na minha opinião, rola um pouco de Amon Amarth, Enslaved e Ensiferum também, melodicamente falando.


No inverno de 2002/2003 Slechtvalk faz sua primeira turnê na Europa, fazendo concertos na Holanda, Bélgica, Alemanha (claaaaaaaaaaaaaaro que tem que passar por lá!!!), Suíça, República Tcheca e Polônia.

Além desses shows, a banda se apresenta em vários festivais europeus ainda em 2003. E isso foi só o começo, headbangers!


Vale a pena conferir.



So, double horns up to Slechtvalk!!!