18 de jul de 2010

The 50´s flower



this is the begining of a long trail
I am walking alone in a path of gold
not happy, but I am quite fine
I am back to the 50s´s, I am back just to find
a life with no reason, also no need to fail
I´m back just to have a cool hairstyle


there comes a man holding a fistiful of flowers
they are gray, beautiful white-black roses
I have no door to close at his face
so I just took the gray side of life
and made them look brighter
not colorful yet, but a little bit free
the  beautiful white-black roses
the gentle ignored man gave to me

(Renée Moura, 2010)

Just a perfect day

dancing in the ice
we both swirling arround each other
alone among the crowds
we both smiling to each other
you said I fell, but I learned something new
I said I did, but only because of you


and the song started to fade away
across the refuge, there came the rain
we in a cabin, you just said
“you look so beautiful”, in a way
in my mind is this the memory that remains
but only the fantasy of a perfect day
cause I was dancing alone in the rain


(Renée Moura, julho 2010)

4 de jul de 2010

Deus e o Diabo na terra do sol

Fui selecionada pra participar do curso de Cinematografia Eletrônica Digital, ministrado pelo especialista em audiovisual Carlos Ebert. Tava olhando pelo blog do Núcleo de Produção Digital Fotógrafo José Medeiros, pra saber um pouco mais sobre o curso, e acabei encontrando links pra algumas produções locais e nacionais. Uma boa dica pra ver no restinho da noite.




"Quero me topar com ele de homem pra homem, de Deus pra Diabo".

3 de jul de 2010

Sobre o amor dos que esperam demais

Por aí na blogosferidade da vida, encontrei um post no blog da Léia Lima com as fotos de uma tirinha que pintaram na parede em frente aos banheiros do CCE, ali perto do bloco de música e jornalismo. 

Fiquei muito feliz de alguém ter registrado aquilo! Pois com a reforma do CCE, passaram a tinta por cima dessa tirinha demasiadamente filosófica, que trata das expectativas do ser humano em relação ao amor.

O amor, aquilo tudo que já ouvimos falar, é algo bem como essa tirinha: começa com uma felicidade e euforia enormes, vai murchando, caindo, até que um dia vem alguém e passa uma tinta por cima. 

E assim o amor é apagado como se nunca tivesse existido e talvez outras pinturas se façam por lá. Mas quem pintou aquele amor ali sabe, que para sempre lá ele estará. (filosofei)

Para ver a tirinha completa, clica aqui.