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| Fonte: Reprodução G1. |
O mapa indicará também relatos de crimes feitos por você leitor. Entende? Não é porque você é um leitor do G1 que seus crimes não devem ser indicados no mapa disponível nesta notícia.
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| Fonte: Reprodução G1. |
Não basta convivermos com a incompetência do governo, com a tirania dos partidos políticos e com a preguição e falta de visão do empresariado.
Temos agora que conviver também com o deboche, que imaginava-se ser coisa do passado.
Na madrugada de hoje, a humorista piauiense Dadá Coelho, natural de Floriano e que reside no Maranhão há vários anos, foi entrevistada no "Programa do Jô", da Rede Globo.
Ela disse, entre outras coisas, que no Piauí ou se é servidor público, funcionário do Armazém Paraíba ou então as mulheres engravidam para se sentirem valorizadas.
Declarou: "Se uma criança chega aos oito anos com dente é premiada." Dadá foi infeliz em suas declarações porque determinados problemas não acontecem apenas no Piauí e essa questão do desemprego afeta todo o país -- alguns estados em maior ou menor quantidade.
Na verdade, falta respeito ao estado. Nisso, culpo os governantes que poderiam ser embaixadores da decência ao invés de falsos propagandistas.
Dadá Coelho é uma vítima do desconhecimento sobre o Piauí, onde existem potencialidades. São muitas e poderiam ser utilizadas para melhorar nossas condições de vida.
Infelizmente, vivemos num estado rico de população empobrecida.
Carecemos de melhoria? Sim, em vários setores, mas não é por causa disso que vamos admitir o deboche.
Se fosse assim, poderíamos criticar a falta de senso do ridículo da comediante florianense porque ela saiu do segundo estado mais pobre para viver no efetivamente MAIS pobre da Federação -- que é o Maranhão; nem por isso os maranhenses devem ser defenestrados.
Defenestre-se aqueles que o gerenciam com olhos voltados para o lucro pessoal e ignorando completamente a necessidade de se investir na coletividade.
Lamenta-se que atitudes como a de Dadá Coelho, claramente inspiradas na incompetência dos nossos governos, na tirania dos partidos políticos aqui existentes e na cegueira dos nossos empresários, terminem se transformando em realidade para muitos que não conhecem a realidade em que vivemos -- e a disposição para o trabalho da grande maioria dos piauienses.
3-10-2009 às 10:33:27De: Welson (IP - 200.198.194.114)
Palhaçada!
Dadá Coelho.... tão desconhecida que errei o nome!
23-10-2009 às 10:31:09
De: welson (IP - 200.198.194.114)
Humorista ridícula!
Talvez seja por isso que ninguém conhece essa tal Dalva Coelho...
23-10-2009 às 10:21:05
De: Erick Muniz (IP - 201.57.163.44)
Imbecilidade
Essa moça merece total menosprezo por nós piauiense justamente por se dizer piauiense. É vergonhoso alguém viver da criatividade e não ter criatividade suficiente para fazer humor sem menosprezar alguma coisa, ainda mais o próprio berço. Mas quem cos


Munin ((lendo)) says:
imprimi aqui o artigo do homem coisando a Veja
I'm a weirdo says:
iiiiiiiiiiiiii
I'm a weirdo says:
o que eu coloquei no orkut?
Munin ((lendo)) says:
(Y)
Munin ((lendo)) says:
vou aderir ao coiso da Veja
Munin ((lendo)) says:
adoro ser do contra
Munin ((lendo)) says:
huhu
I'm a weirdo says:
ao coiso da Veja?
I'm a weirdo says:
como assim?
I'm a weirdo says:
ir contra a Veja?
Munin ((lendo)) says:
mermão que homem do mal!
Munin ((lendo)) says:
miau
Munin ((lendo)) says:
assim
Munin ((lendo)) says:
esses diabos são todos podres
Munin ((lendo)) says:
a mídia em geral é podre
Munin ((lendo)) says:
eles reclamam de governo, de politico e do diabo a 4
I'm a weirdo says:
hum
Munin ((lendo)) says:
mas são essas classes que injetam dinheiro neles, saca?
I'm a weirdo says:
sim sim
Munin ((lendo)) says:
e a Veja foi coisada porque se aproveitou da antipatia da classe média empresarial contra o governo do PT
Munin ((lendo)) says:
acho que esse foi um governo tão lalau quanto os outros, mas convenhamos: melhorou um cadim oh''
I'm a weirdo says:
a Veja vai atras do que a convém
I'm a weirdo says:
ou seja, se convém a ela proteger o fhc, ela o fará
I'm a weirdo says:
assim como convém a ela bater na cara do governo atual
Munin ((lendo)) says:
principalmente pro povo pobre. tá certo que o povo diz que é esmola, criação de círculo de dependência, mas pelo menos a galera ta comendo e estudando mais
I'm a weirdo says:
sim sim
I'm a weirdo says:
miau tem razão
I'm a weirdo says:
mas o que está em questão né nem isso
I'm a weirdo says:
o negocio
Munin ((lendo)) says:
o problema não é só a Veja
I'm a weirdo says:
é a revista que se diz a defensora do olhar brasileiro
Munin ((lendo)) says:
todo mundo tem culpa
I'm a weirdo says:
'sair em defesa' de um ou de outro
I'm a weirdo says:
saca?
Munin ((lendo)) says:
defesa de capital, isso sim
I'm a weirdo says:
pois eh
Munin ((lendo)) says:
que pagar mais será melhor visto
I'm a weirdo says:
a revista se diz defensora do olhar
I'm a weirdo says:
sem ser
Munin ((lendo)) says:
o público alvo da Veja é a galera mais ou menos
I'm a weirdo says:
sem contar o seguinte, neh soh isso não....
I'm a weirdo says:
ela defende o proprio interesse
Munin ((lendo)) says:
nós lisos só baixamos a piratex' nos blogs da vida
I'm a weirdo says:
pq ela tem as costas muito queimadas jah
Munin ((lendo)) says:
haha
I'm a weirdo says:
kkkkkkkkkkkkkkkk
I'm a weirdo says:
pode crer
I'm a weirdo says:
'lisos'
I'm a weirdo says:
pq se baixamos na net
I'm a weirdo says:
jah nao somos tao lisos assim :P
Munin ((lendo)) says:
que nada
Munin ((lendo)) says:
e as lan houses?
Munin ((lendo)) says:
da pra imprimir
I'm a weirdo says:
run
I'm a weirdo says:
sim e pra achar esse blogs???
Munin ((lendo)) says:
tem galera que imprimi nas intocas no trabalhho
Munin ((lendo)) says:
ai que tá
I'm a weirdo says:
que dão direito a essas revistas?
Munin ((lendo)) says:
miau tá pensando que nem a vea
Munin ((lendo)) says:
*Veja
I'm a weirdo says:
ahhh
Munin ((lendo)) says:
pobre não é sinônimo de burro
I'm a weirdo says:
não não
I'm a weirdo says:
eu sei qu enum eh
Munin ((lendo)) says:
não subestime
Munin ((lendo)) says:
[una]
I'm a weirdo says:
eu num subestimo
I'm a weirdo says:
mas presta atenção
I'm a weirdo says:
poucos são os que vão atrás disso
I'm a weirdo says:
quando tem a oportunidade e o meio
Munin ((lendo)) says:
mas existem
I'm a weirdo says:
sim
I'm a weirdo says:
e esse acabam, mais pra frente
I'm a weirdo says:
saindo da condição de pobres
I'm a weirdo says:
e vão pra 'mais ou menos'
I'm a weirdo says:
pq querem ser alguma coisa na vida
I'm a weirdo says:
saca?
I'm a weirdo says:
ou seja
I'm a weirdo says:
esses dai já qse podem ser considerado da ultima mencionada
I'm a weirdo says:
jah os pobre pobre mesmo
I'm a weirdo says:
infelizmente
I'm a weirdo says:
ficam no orkut
I'm a weirdo says:
nos flogs
I'm a weirdo says:
ou entao
I'm a weirdo says:
gastam pra comer
I'm a weirdo says:
e eh isso
Munin ((lendo)) says:
haha
Munin ((lendo)) says:
orkut e flog
Munin ((lendo)) says:
hahahaha
Munin ((lendo)) says:
e msn
Munin ((lendo)) says:
agora todo liso tem
Munin ((lendo)) says:
hahahaha
I'm a weirdo says:
com certeza
Munin ((lendo)) says:
eita que esse nosso discurso tá muito elitista
Munin ((lendo)) says:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
I'm a weirdo says:
nem tanto
“E ele chorava muito e parecia estar num estado de transe, como se tivesse dormindo ou coisa parecida. Tentei acordá-lo, eu já estava bastante desesperada. Mas ele somente gritava muito e chorava por causa da tal dor misteriosa. Aquela cena chamou a atenção das demais pessoas. Um homem se apresentou como médico e começou a examiná-lo.
‘Nunca vi isso, ele está acordado mas seus impulsos nervosos não são controlados por ele mesmo. É um quadro semelhante à epilepsia, contudo...’ o médico cessa ao ver que o jovem não mais grita ou se debate. Muito pelo contrário, levanta-se calmamente e volta ao seu estado normal.
Exceto pelo seu olhar; estava estranho, quase debochado e malévolo. ‘Você está melhor rapaz?!’ o médico pergunta inutilmente pois ele não entende muito de português. Eu pergunto como ele está, abraçando-o e afagando sua cabeça.
‘I can talk to them...They say they want to...to take one of your…you´ll see…the soul…they said we will never…’ As palavras dele não eram somente confusas, mas também aterradoras. Ele podia falar com eles e eles queriam algo de mim... O que seria?
As luzes falham agora, tudo está escuro. Sentimos um calor infernal e uma fumaça verde fosforescente sai pelos dutos de ar. Lembravam uma festa rave, mas sabíamos que aquilo era o nosso fim.
Uma porta se abre e um ser entra, e mais outro e mais outros. Eram eu, meus pais, o gato, meu amigo e meu namorado, todos muito bem vestidos de médicos. Eu caminho até o tubo em que ‘eu’ estou ‘Foi divertido não foi?’ Fiquei um bom tempo sem entender até o líquido do tubo foi retirado ‘Vou morrer Renée’ disse eu para mim mesma ‘ e você vai ficar no meu lugar’
‘Todos nós vamos morrer em poucas horas’ disse meu namorado me abraçando. ‘Agora vocês estão prontos para nos substituir’ disse meu amigo. ‘Não se preocupem, vocês não se lembrarão de nada amanhã’ disse meu pai. ‘Miau’ disse o gato para seu clone também.”
‘Renée! Hora do almoço! Se levanta, já são 12 horas!’ – disse minha mãe hoje meio dia interrompendo meu sono...
“Conseguimos a imagem de um Airbus da TAM. O avião vinha de Frankfurt com destino a Teresina mesmo. Vimos os momentos de desespero, vimos as pessoas carbonizarem e se despedaçarem entre as ferragens.
Por incrível que pareça as luzes do avião não desligaram quando este caiu. Viramos à esquerda adentrando um novo túnel; parecíamos saber onde estávamos indo. O tal Airbus estava lá, lembro por causa das luzes acesas e o amassado inconfundível, abrira uma cratera onde antes era a Igreja São Benedito. Não preciso mencionar a morte dos fiéis também.
Uma pessoa sobreviveu ao acidente, um passageiro do Airbus. Outro misto de milagre com susto, era meu namorado, que decidiu fazer uma surpresa também; mas ele era um pouco menos bem humorado que meu amigo, talvez pela cultura de seu país, talvez pelo susto e pela sorte de ter renascido. De qualquer forma, estava muito contente em vê-lo são e salvo também.
De repente, outras pessoas começaram a sair do avião, mas não pareciam de fato pessoas normais e vivas. Algumas sem perna, outras sem cabeça, arrastavam-se umas por cima das outras e por cima de membros palpitantes, deslizando sobre o sangue.
Subimos, não sei pra que, mas subimos. Quando a porta abriu, três criaturas estranhas,tais quais as que vi na transmissão de Mikerinos, nos fitaram com seus olhares negros e amendoados. Mais fotos e tirei, mais pavor eu sentia. Elas pareciam incomodadas e começaram a correr em nossa direção. Estavam longe o suficiente para dar tempo de fechar a porta do elevador. Descemos até um abrigo alguns níveis abaixo, sem mais esperanças.
Chegamos a uma sala blindada, outras pesoas já estavam no local. Sentamo-nos num sofá grande a esquerda. Estávamos distraídos e anestesiados pelo pânico e pelo medo quando vêm os gritos: ‘My head aches! I can not support this pain!’ o rapaz germânico – que se comunica em Inglês com agente – se lança imediatamente ao chão. ‘What a hell are you saying?! What do you want from me?! What do you want, please,what?!’ Ele realmente não parecia falar conosco...”