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3 de jul. de 2010

Sobre o amor dos que esperam demais

Por aí na blogosferidade da vida, encontrei um post no blog da Léia Lima com as fotos de uma tirinha que pintaram na parede em frente aos banheiros do CCE, ali perto do bloco de música e jornalismo. 

Fiquei muito feliz de alguém ter registrado aquilo! Pois com a reforma do CCE, passaram a tinta por cima dessa tirinha demasiadamente filosófica, que trata das expectativas do ser humano em relação ao amor.

O amor, aquilo tudo que já ouvimos falar, é algo bem como essa tirinha: começa com uma felicidade e euforia enormes, vai murchando, caindo, até que um dia vem alguém e passa uma tinta por cima. 

E assim o amor é apagado como se nunca tivesse existido e talvez outras pinturas se façam por lá. Mas quem pintou aquele amor ali sabe, que para sempre lá ele estará. (filosofei)

Para ver a tirinha completa, clica aqui.

26 de mai. de 2010

Preparar - apontar - fogo!!

A marcha rumo a guerra mor do Brasil tem apertado cada vez mais o passo. Eleições estão bem aí e agora vale tudo pra abitolar a galera alheia à situação. Agora que estudei um pouco sobre análise de discursos (AD) - meio que forçosamente pra um trabalho de um certo adorável professor, temido por todos alunos de jornalismo da UFPI - eu fico procurando enunciadores em tudo que vejo por ai. Apesar de achar que a lorota da AD é inútil pra quase tudo - não venha me convencer que você pode mudar alguma coisa com isso, porque não pode e pronto - algumas coisas curiosas tem se mostrado intencionalmente pra mim esses tempos, tipo uma foto dos candidatos a presidência de 2010 na chamada desta matéria do G1. Essa foto está nas chamadas da página inicial do G1 a não sei quanto tempo e sempre me atiçou a curiosidade. Hoje resolvi falar dela. Eis a dita cuja:

Segue a linha respectivamente: Esquerda, direita, esquerda.

Não sei se foram invertidas, mas a posição das mãos do pessoal ai "denunciam" suas respectivas posturas políticas, não é engraçado? Além disso, enquanto os dois primeiros candidatos, a contar da esquerda, apontam o dedo pra cima, a última abre a palma da mão como se fosse dar um tapa em alguém, além de direcionar a mão para baixo.

Isso pode ser uma mensagem subliminar do G1 pra dizer que os dois primeiros até podem ajudar no progresso do país, mas a última só vai criar o caos, vai dar um bofete tão grande na nossa pátria que nem consegue disfarçar. E esse bofete vai atrasar o país. Como se diria na AD, são enunciadores que se posicionam na imagem pra afirmar a posição partidária dos candidatos - esquerda ou direita - e enunciadores que se posicionam afirmando seu parecer sobre quais candidatos eles apóiam e quais eles discordam. E blá blá blá dialogismo enunciação sentido num sei das quantas.

E olhem só a subliminar da intenção de voto:




Mas que diabos é isso afinal? Desde quando a Globo "atira pra tudo quanto é lado"? Isso ainda não sei, pois não cogitei sobre as vantagens que os respectivos candidatos trariam a mencionada empresa de comunicação. Mas uma coisa é certa: já prepararam, já apontaram...agora falta o fogo. Vamos esperar, que aí tem.


9 de nov. de 2009

Meus queridos admiradores de Jesus





Não é que saiu no jornal mesmo? Foi uma crônica que publiquei aqui há alguns meses. Aí reaproveitei como trabalho da disciplina Tópicos Especiais em Comunicação e foi a sorteada do dia pra sair na coluna de opinião do O Dia.

10 de set. de 2009

Laboratório de TV Feevale - Cyber Cubo: Entrevista com Adriana Amaral

Taí uma pesquisadora que foge daquela chatisse acadêmica e traz umas noções muito boas - estou mentindo; são noções fascinantes! - em seus achados. A encontrei no semestre passado, enquanto buscava alguns autores em comunicação que tivessem algo a ver com Nietzsche - nunca esquecerei a dica da profª Jacque Dourado: conviva com seu autor preferido.

Achei que isso não existia, mas simplesmente achei a melhor autora de todos os tempos! Depois vou tentar saber mais coisas dela e vou postar aqui (imagine ter uma mulher dessas como orientadora em sua tese sobre comunicação e web!!!)

By the way: espiem só o "programinha" dessa facul aí. A UFPI é um zero murcho.











8 de set. de 2009

Web 3.0

Achei interessante o jeito que ele explica. Assim que tiver um tempo e um pouco de paciência, vou traduzir pro pessoal da prática de Web da UFPI.

6 de set. de 2009

Coisa de gente insistente

Agora sou monitora da disciplina de Web da UFPI. Ai sabem como é, não consigo simplesmente assinar um papel e ir emmbora. Também tenho uma certa dificuldade em me expressar objetivamente em certos casos. Então criei um blog chamado Webjornal UFPI pra explicar pros alunos como funciona o Blogger. Coisa básica, somente - não sou tão geek assim.

Também criei um Twitter pra postar as novidades do blog. Acho que essas são contribuições mais favoráveis, uma vez que não sou muito boa em explicar as coisas em meio a um caos de gente que tem que vocalizar o mais simples pensamento. Eu admiro as pessoas que pensam; já as que falam demais... me dão um certo desgosto e impaciência. E quando essas que falam demais estão exponencialmente multiplicadas em um ambiente fechado, da pra imaginar o distúrbio que causa num ser quieto como eu.

Não digo que elas falam demais por pura falta de educação ou por grosseria. É pura curiosidade mesmo; e pura interação grupal, eu entendo. Não é culpa delas o fato de eu não simpatizar muito com as multidões, é?

Enfim, eu só ia postar os endereços e já escrevi um conto. Tá na hora de uma pausa =)

Vou pensar num texto sobre links e vou postar lá. Depois volto pra minha revolta íntima. Deixe-me curtir o "manto da estupidez" um pouco.

21 de mai. de 2009

TWP Canal 15



Nosso canal no YouTube =B Por que canal 15? Somente porque ficou entre os 15 mais vistos no domingo(17)! [me achando u.u]

Tá meio tosca a postagem pois ainda não tenho as manhas de centralizar a imagem.

Mas dá pra acompanhar direitinho ;)

Aparece por lá!

19 de mai. de 2009

Orgulho de ser TWP

[post autopromoção]
No início, tinha pouca fé nesse negócio de blog de webjornalismo. Pra mim era mais um daqueles trabalhos chatos, que a gente faz porque é o jeito, pra não reprovar. Mas no final de semana, me vieram certas inspirações - tá, eu confesso, o Intercom me inspirou muito (e eu que pensava que era só mais um evento chato, que a gente participa por que é o jeito, pra ganhar certificado com as 40 horas) - e então me veio a idéia de mudar o layout do blog, adicionar novas ferramentas e por aí vai.

Meu problema inicial era: como? Eu não sabia p* nenhuma de html e essas coisas cheias de que só os nerds entendem. Eis que virei momentaneamente nerd e entendi!

Agora, tenho o TWP como um verdadeiro vício, o qual me orgulho muito, principalmente porque é um dos primeiros esforços em equipe que deram certo.

E leiam só:

Acessei e gostei do blog Teresina Web Press desenvolvido pelas alunas Amanda Sandes, Joyce Viana, Renée Moura e Virgínia Santos do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O blog é um trabalho experimental desenvolvido para a disciplina de Webjornalismo. Confira. (http://teresinawebpress.blogspot.com/)


Postado no blog de George Lima, no Portal O Dia. Não poderia me deixar mais feliz. Nada melhor que sentir que seus esforços valeram não só a pena, mas a galinha toda!

E vejam outra: (cliquem na imagem pra ampliar)

Primeiro resultado obtido na pesquisa por "webjornalismo ufpi". E isso porque não testei outras tags.

Parabéns para todas nós do TWP!

[/post autopromoção]

7 de mai. de 2009

Teresina Web Press


Vamos inaugurar amanhã o blog de notícias do nosso grupo de Webjornalismo da UFPI. O blog vai funcionar no lugar do portal, que nunca ficou pronto e talvez nem fique. Serão sete dias de postagens que irão das 7:00h as 23:00h, uma vez por semana.

O nome do blog é Teresina Web Press (TWP) e já tem canal no You Yube e álbum de fotos no Picasa, pra complementar os recursos midiáticos usados pelo blog.

Então, você que estiver meio desocupado qualquer dia desses, passa lá e confere o que tem acontecido aqui na "terra do sol" (e agora da água).

20 de mar. de 2009

"Jesus está cheio de admiradores!"

Foi a última coisa que ouvi antes de descer do ônibus. Saí de lá em estado de êxtase, tamanha importância do fato que acabara de presenciar: um culto (protestante, provavelmente) dentro de um ônibus; e daqueles lotados!

Não que a prática seja novidade. Acho que muita gente já teve a oportunidade de ver - e obrigatoriamente ouvir - aquele pessoal bem vestidinho, com a voz de besouro rouco, falando, ou melhor, "pregando" a palavra de Deus.

Mas o que me chamou a atenção hoje - durante os 20 minutos do caminho de volta da universidade pra casa - foi que contávamos até com a presença de um violonista, como todo "bom e velho culto novo".

Um dos "irmãos" ali presente (provavelmente algum aluno de História ou mesmo Filosofia, a julgar pela linha de argumentação) tomou as dores - e a coragem - dos demais" irmãos e irmãs" presentes e se pôs a argumentar contra o "pastor".

"Você tem que considerar que tudo tem lugar apropriado; e aqui não é lugar pra isso que você está fazendo. Fanatismo religioso é doença; e você está [muito] doente" disse nosso "anticristo salvador"(ele não era anticristo de verdade; só digo isso pra dá um impacto no nome da "oposição").

Muita gente se pôs a rir, inclusive eu. Não que eu desrespeite o fanatismo alheio - que é isso, longe de mim! - mas a resposta pra argumentação de nosso descontente foi muito boa: "Mas Jesus te ama!"

E assim ele respondeu as outras inúmeras criticas - verdadeiras pérolas da retórica que deixariam Platão no chinelo de um estagiário de jornalismo. O cara do violão sempre calado. Na dele.

Dali em diante, virou besteira.

Depois de sua voz de besouro rouco se render ao cansaço, o bom pastor disse que já estava guardando sua bíblia e pediu que todos o olhassem - como se precisasse pedir!

Rolou aquele silêncio de alguns "meios" segundos, porque o ônibus estava parado, não lembro se foi em um ponto de ônibus ou diante de um sinal vermelho. Então o pequeno pastor começou a cantar... Nem preciso dizer que tipo de música, nem tecer comentários sobre a afinação do moço.

A multidão se desmanchou em gargalhadas, inclusive eu. O cara não desistiu mesmo! E ficou lá de boa, como quem acabara de ser aplaudido.

Sei que ele falou, falou, falou [...] e falou. O anticristo desceu na UESPI e o culto perdeu a graça. No final, o pastor distribuiu uns pequenos panfletos. Não recebi, porque desci pela frente do ônibus. Mas tive a oportunidade de ouvir a primeira linha do textinho que dizia "Jesus está [de saco] cheio de [seus] admiradores." E Ele deve tá mesmo, bem como a galera do ônibus, o anticristo... Inclusive eu.
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Imagem: peace.mennolink.org

26 de jun. de 2008

Guerra do Fogo




Nome original: La Guerre du feu
Ano: 1981
Local: França e Canadá
Diretor: Jean-Jacques Annaud
Roteiro: J.H. Rosny Sr e Gérard Brach
Principais atores: Everett McGill (Naoh), Ron Perlman (Amoukar), Nicholas Kadi (Gaw), Rae Dawn Chong (Ika)


O filme “Guerra do Fogo” conta a história dos homens do período paleolítico em seus primeiros intentos tecno-evolutivos. Naoh, Amoukar e Gaw são homens que fazem parte de uma tribo de Homo sapiens neanderthalensis. Certo dia, seu grupo foi atacado por um outro grupo evolutivo rival, os Homo erectus, que forjou a emboscada com o objetivo de roubar o fogo da tribo dos homens de neanderthal. Com o massacre de sua tribo, os três fogem primeiramente para tentar buscar proteção, depois tomam como objetivo a recuperação do tesouro roubado. Abordando uma concepção sócio-histórica do homem – na qual os primeiros homens construíram suas relações sociais – o filme tem como principal tema essa disputa pelo fogo entre as primeiras comunidades tribais, embora não se limite a apresentar enfaticamente o assunto.


O fascínio pelas chamas era diretamente ligado à necessidade de sobrevivência de cada grupo, pois além de mantê-los aquecidos durante os períodos mais frios, serviam de defesa contra os outros animais e até preparo de alimentos. Atacando-se e defendendo-se com o uso de paus e pedras para evitar a perda do fogo, os homens mantinham-no dentro de uma espécie de gaiola, tentando sempre mantê-lo aceso.


A principal intenção do filme é mostrar a construção de formas culturais diferentes que, apesar de eclodirem relativamente no mesmo território e período histórico, distinguiram-se num vivo e intenso processo de evolução. As tribos rivais, por exemplo, eram distintas tanto nas questões de estrutura corporal – os Homo erectus eram mais similares aos primatas enquanto os Homo sapiens neanderthalenis tinham menos pêlos e já usavam vestimentas feitas com peles de animais – quanto nos padrões comportamentais. Apesar de terem em comum o nomadismo¹, uns eram menos violentos e mais defensivos (neanderthalensis) e outros mais ofensivos (erectus) e praticavam canibalismo.


Em relação a forma de comunicação, os personagens demonstravam suas idéias através de urros, gestos, gritos e comportamentos bastante semelhantes aos dos macacos. Com a vida em grupo, o trio aprende a trabalhar em equipe, até mesmo para garantir sua própria defesa. Eles se mantêm unidos por um longo caminho, até chegarem à um acampamento abandonado. Ali, Naoh e seus companheiros encontram uma mulher chamada Ika – que fora feita prisioneira pela tribo canibal – pertencente à uma terceira tribo evolutiva, os Homo sapiens sapiens.Ela passa a seguí-los e com ela Naoh teve relações sexuais similares ao acasalamento dos outros animais², principalmente em relação a posição adotada – a popularmente conhecida como “posição cachorrinho”. Ika os acompanha até certo ponto e, apesar de tentar persuadí-los a segui-la até sua tribo, não obtém sucesso.


A tribo da mulher já possuía um certo tipo de linguagem falada, bem como atividades motoras mais evoluídas, o que os propiciou habilidade suficiente para confecção de objetos bem como a construção de pequenas casas.


Em certo momento, o trio acaba se separando. Coincidentemente, Naoh cai em um terreno movediço e é resgatado pelos membros da tribo de Ika. Por ser considerado forte, com bons dentes e bom aparelho genital, Naoh é posto para acasalar com as demais mulheres da tribo, principalmente com as consideradas mais fortes. O objetivo era gerar descendentes mais resistentes, propiciando assim a perpetuação da espécie e uma melhoria genética, baseada no empirismo vivido por eles através da lei da natureza: a lei dos mais fortes.


Nesse momento do filme começam a surgir os primeiros indícios de sentimentalismo humano. Ika, ao ver Naoh com outras mulheres, demonstra algo semelhante a ciúmes, passando a observá-lo sempre que tinha uma chance. Além disso, ela desenvolve um afeto por ele, tanto que rejeitava as intenções de acasalamento com os outros machos e aceitava somente com Naoh.


Com o tempo de convivência na tribo de Ika, Naoh descobre que essa comunidade possuía o domínio do fogo, no que se refere ao controle e “fabricação” das chamas. O momento simboliza o florescer da razão humana e da tecnologia, a descoberta mais importante que marca os últimos tempos de uma era³ e o princípio de outra.


Recomendado para aulas bem chatas sobre Psicologia e Comunicação.


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¹Entenda-se por nomadismo a procura de locais mais seguros e com mais alimentos e não apenas uma escolha aleatória.

²A diferenciação entre as relações sexuais dos seres humanos em relação as dos outros animais se deu a partir do momento em que o homem passa a se relacionar não somente com o intento de reproduzir-se, mas também de ter prazer.

³A descoberta do fogo marcou a passagem do período Paleolítico para o Neolítico.

2 de fev. de 2008

Nomes Excêntricos Vestibular UFPI 2007


Eis aqui uma breve lista com 258 nomes não muito comuns, alguns quem sabe até únicos, que povoaram as relações dos classificados no vestibular da Universidade Federal do Piauí - UFPI. Sendo assim, resolvemos fazer essa breve relação em homenagem aos nossos novos colegas de instituição e ao mesmo tempo informar os demais leitores sobre esses nomes incomuns. Por isso, que fique bem claro que nosso intuito não é usar de maneira pejorativa tais nomes, muito menos ridicularizar as pessoas.

Os nomes são públicos e a não utilização dos nomes completos nos confere segurança judicial (processos defendendo direitos autorais e danos morais não podem nos atingir).

AOS REVOLTADOS DE PLANTÃO E AOS MANÍACOS QUE ME AMEAÇARAM DE MORTE, NÃO PERCAM SEU TEMPO LENDO O QUE CHAMARAM DE INÚTIL! SE VOCÊ NÃO CURTE SEU NOME, PROBLEMA É SEU! SE ENTENDA COM SEUS PROGENITORES, NÃO COMIGO ;)


E aqui vamos nós:

A
A. Hyerocles, Abdenor, Adnny, Aeyphanny, Ageu, Aguida, Aiana, Alaeudes, Alankelson, Alita, Allayani, Amarildo, Anayelle, Andrya, Anesio, Annifran, Apoliana, Arcelio, Ariosvaldo, Arquelania, Arythanna, Athana, Auriany, Ayesca
B
Bianco Johnson, Blendda
C
Cadmo, Caina, Candilberto , Carmilta, Caticiara, Chamel, Clamira, Cleurismar, Clyzia, Crisneymaicon
D
Daguivan, Dallet, Darcilena, Davyla, Diakely, Diarlle, Dioga, Disandyer, Duanne
E
Edio, Eduvirgens, Elcileide, Eliel, Elisdenia, Elker, Emir, Eryson, Eunelio, Everaldino
F
Fidelman Fao, Flandomberton, Francoaldo, Fred Heury, Fulvio
G
Geisyvanda, Genez, Genielson, Georgiana, Geydson, Gilvaneide, Girleusa, Gislayllson, Gisly, Glacyelma, Glaudene, Glaycyjane, Gleydstone, Graciete, Grazianny, Greissy, Guanacy, Gubbio
H
Hadyel, Haide, Halyni, Helante, Heluanne, Hemylen Kellen, Herbe, Hidellard Juanan, Hilbenya, Hildelany, Hillysson, Hozano, Hyarla, Iallen Gabio
I
Icla, Inaja, Indhevysk, Ingrithe, Iramara Kelly, Irandira, Isanio, Izalia
J
J. Eduvirges, Jacklenilda, Janairo, Jannabsa, Jarbas, Jassan, Jessa Iashmin, Jessichka, Jessykon Sylkles, Jhemyson, Joab Merculy, Joaneica, Jobeane, Jocelio, Jocyleide, Joederlan, Joneudo, Jorgiana, Jose Edicarlos, Joviano, Jozana
K
Kajena, Katiuscy, Katiusi, Katricia, Kedllane Kelma, Kelcylene, Kelvilene, Kerlanio, Keziane, Krishna Kayomany
L
Laelia Lasthenia, Lua Sara, Luanderson, Lucivando, Ludson, Luisvan, Lyson
M
Mackleianny, Magdiel, Maiesk, Mardina, Marynildo, Massaine, Mecyany, Meirylane, Michelande, Minervina, Miranisia, Mitalle, Mozara, Musi
N
Naftale, Nathayana, Neyciano, Neylon, Nicassia, Nilcelia, Nodja, Nyure
O
Odenis, Odimilsom, Ollaff Shilton, Oryelson, Osyanne
P
P. Dheiky, Patrese, Paulinéria, Pyramon
R
R. Xenon, Raiammy, Raiff, Railina, Rainier, Rangelson, Regyfrancys, Reuben, Ridelson, Rielson, Rivelle, Romuere, Rondinelly, Rozze Cristina, Rusbene
S
Sabriele, Salatiel, Salustiano Fichell, Saymo, Shara Lylian, Sharlon, Sharlydiane, Shayara, Silio Silvestre, Silvilena, Skarlla, Sloanne, Snaylla, Suenny, Suselaine
T
Tacito, Thayro, Trinde, Tuanny, Tuany, Tulyana
U
Uara Sachha, Ulima
V
Valdivino, Vandeison, Vanuze, Vausca, Vitaliano
W
Walcisa, Wanna Hanna, Warllington, Weldon, Wellynne, Werlany Euflavia, Werttey, Wesllany, Wiuri, Woeller, Wrylane, Wyara, Wyggo, Wylnamara,
Y
Yvves Louranth
Z
Zelina